quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Diálogo.

- Ela foi o meu amor de verão!
Ele achava graça lembrar daqueles dias.
- Me lembro de como era doce, de como perdia horas e horas do diaconversando qualquer coisa. Deixava de comer, de ver o sol, de cuidar de mim só pra não perder um sequer minuto longe dela.
- Mas, eu acho graça você nunca ter ido encontrá-la, vocês diziam tanto que queriam um ao outro, e no final das contas deixou-a escapar!
- Ela foi meu amor de verão, veio rápido, me tirou as egonias passadas e me deixou novas no lugar, me encheu de emoções! Mas, no fim das contas era isso, trocamos emoções, e depois voltamos pras nossas realidades.
- Mas, você não tem vontade de largar tudo e ir conhece-la? Afinal, se prometeram tanto que um dia iriam se olhar nos olhos!
- Isso não importa mais, não agora. Preciso de alguém mais estável, que me dê segurança, você me conhece bem,  sabe que não regulo bem da cabeça!! (risos) Você me entenderia melhor se pudesse olhar o mundo como eu olho.
- Você sabe que não entro de cabeça nessas sentimentalidades, que vivo o aqui, o que está longe não é pra mim. Preciso tocar as coisas pra sentir que elas existem!
- Acho que temos formas diferentes de fugir do apego! (risos) Eu com os amores que não posso tocar, e você com suas proximidades fajutas! (risos)

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Princesa

Sei que há contas a pagar
e há razões pra terminar
a semana toda ficou para tráz
ela tem trabalhado demais

Como seria melhor
se não houvesse refrão nenhum
mas há.

E no seu apartamento
ela se esquecia de tudo
Parecia uma princesa
não se importava com o resto do mundo
e largava os pés em cima da mesa

Como seria melhor
se não houvesse refrão nenhum
mas há.

E no seu apartamento
ela se esquecia de tudo
Não havia contratempo
ela segurava o seu coração
e largava as roupas pelo chão.

segunda-feira, 31 de agosto de 2009

Fragmentos disso que chamamos de "minha vida".

Há alguns anos. Deus - ou isso que chamamos assim, tão descuidadamente, de Deus -, enviou-me certo presente ambíguo: uma possibilidade de amor. Ou disso que chamamos, também com descuido e alguma pressa, de amor. E você sabe a que me refiro.

Antes que pudesse me assustar e, depois do susto, hesitar entre ir ou não ir, querer ou não querer - eu já estava lá dentro. E estar dentro daquilo era bom. Não me entenda mal - não aconteceu qualquer intimidade dessas que você certamente imagina. Na verdade, não aconteceu quase nada. Dois ou três almoços, uns silêncios. Fragmentos disso que chamamos, com aquele mesmo descuido, de "minha vida". Outros fragmentos, daquela "outra vida". De repente cruzadas ali, por puro mistério, sobre as toalhas brancas e os copos de vinho ou água, entre casquinhas de pão e cinzeiros cheios que os garçons rapidamente esvaziavam para que nos sentíssemos limpos. E nos sentíamos.

Por trás do que acontecia, eu redescobria magia sem susto algum. E de repente me sentia protegido, você sabe como: a vida toda, esses pedacinhos desconexos, se armavam de outro jeito, fazendo sentido. Nada de mal aconteceria, tinha certeza, enquanto estivesse dentro do campo magnético daquela outra pessoa. Os olhos da outra pessoa me olhavam e me reconheciam como outra pessoa, e suavemente faziam perguntas, investigavam terrenos: ah você não come açúcar, ah você não bebe uísque, ah você é do signo de libra. Traçando esboços, os dois. Tateando traços difusos, vagas promessas.

Nunca mais sair do centro para aquele espaço para as duas ruas anônimas. Nunca mais sair daquele colo quente que é ter uma face para outra pessoa que também tem uma face pra você, no meio da tralha desimportante e sem rosto de cada dia atravancando o coração. Mas no quarto, quinto dia, um trecho obssessivo do conto de Clarice Lispector "Tentação" na cabeça estonteada de encanto: "Mas ambos estavam comprometidos".

Era isso - aquela outra vida, inesperadamente misturada à minha, olhando a minha opaca vida com os mesmos olhos atentos que eu a olhava: uma pequena epifania. Em seguida vieram o tempo, a distância, a poeira soprando. Mas eu trouxe de lá a memória de qualquer coisa macia que tem me alimentado nesses dias seguintes de ausência e fome. Sobretudo à noite, aos domingos. Recuperei um jeito de fumar olhando para trás das janelas, vendo o que ninguém veria.

Atrás das janelas, retomo esse momento de mel e sangue que Deus colocou tão rápido, e com tanta delicadeza, frente aos meus olhos há tanto tempo incapazes de ver: uma possibilidade de amor. Curvo a cabeça, agradecido. E se estendo a mão, no meio da poeira de dentro de mim, posso tocar também em outra coisa. Essa pequena epifania.

*Caio Fernando Abreu

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Hello, stranger!!

O que é vida social pra você? Você da valor pra sua vida social? Ter pessoas ao seu redor é algo inevitável, porém, você sente que é o suficiente pra te deixar com o seu nível de social no máximo? Utimamente quem me rodeia não tem suprido minha necessidade de...de...de...de vida social, ou afeto....ou seja lá que nome eu queira chamar....To precisando dos amigos, das bobagens, das irresponsabilidades que eu gosto taaanto!!! To precisando das conversas, das brincadeiras, dos jogos de sinuca, cerveeeja!!! To cansando dessa vida besta que tenho levado, dessa solidão, de me isolar. Quero levar adiante as responsabilidades que prometi assumir, mas não quero sumir por causa delas!!! Hoje eu tive um pouco dessa vida social de que tanto tenho me escondido, e me fez um bem danado!!!

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Mais de Fernanda Young

"Sou cheia de manias. Tenho carências insolúveis. Sou teimosa. Hipocondríaca. Raivosa, quando sinto-me atacada(...) Mas não imponho minha pessoa a ninguém. Não imploro afeto. Não sou indiscreta nas minhas relações. Tenho poucos amigos, porque acho mais inteligente ser seletivo a respeito daqueles que você escolhe para contar os seus segredos. Então, se sou chata, não incomodo ninguém que não queira ser incomodado. Chateio só aqueles que não me acham uma chata, por isso me querem ao seu lado. Acho sim, que, às vezes, dou trabalho. Mas é como ter um Rolls Royce: se você não quiser ter que pagar o preço da manutenção, mude para um Passat."

Fernanda Young

"Foram muitos dias nessa tortura, então entenda que percorri todas as rotas de fuga. Cheguei a procurar notícias suas pelos jornais, pois só um obituário justificaria tamanha demora em uma ligação. Efim, por muito mais tempo do que desejaria, mantive na ponta da língua tudo o que eu devia te dizer, e tudo o que você merecia ouvir, e tudo. Mas você não ligou. Mando esta carta, portanto, sem esperar resposta. Nem sequer espero mais por nada, em coisa alguma, nesta vida, pra ser sincera. No que se refere a você, especialmente, por que o vazio do seu sumiço já me preenche; tenho nele um conforto que motivos não me trarão. Não me responda, então, mesmo que deseje. Não quero um retorno; quis um dia, uma ida. Que não aconteceu, assim deixemos para lá. Estaria, entretanto, mentindo se não dissesse que, aqui dentro, ainda me corroi uma pequena curiosidade. Pois não é todo dia que uma pessoa não vai e não liga, é? As pessoas guardam esses grandes vacilos para momentos especiais, não guardam? Então, eis a minha unica curiosidade: você as vezes pensa nisso, como eu penso? Com um suave aperto no coração? Ou será que você foi apenas um idiota que esquecei de ir?"

segunda-feira, 15 de junho de 2009

sorry

Aposto que se você disser estas palavras daqui vinte anos vou chorar todas essas lagrimas, como se tivesse um ano de idade e tomasse meu primeiro tombasso. Sabe, eu sinto que não fui desejo teu, e me sinto um peso pra você, afinal nem querer queria e ainda um lixo de filha. Ele com todos os defeitos é o mais divertido e nunca te enfrentou, sempre fez tudo calado (tatica dele que funcionou bem). Ela sempre superando as expectativas, as boas notas, o bom emprego, que mais se deseja de um filho!? E eu, a sobra das coisas boas que você fez. (Por que você não pode me ver?) (Por que finge que não existo?) Só queria nunca mais ouvir que te envergonho. Doí mais que um soco bem dado no meio da minha cara!

segunda-feira, 8 de junho de 2009

pra não perder as esperanças.

Uma vez ouvi uma história, a história de uma garota e seu coração. A tempos que cultivava um amor dentro de si. Ela cuidou, cuidou muito bem. Não deixava que esse amor morresse, mesmo nos dias que perdia todas as suas esperanças ela não deixava seu amor morrer. A esperança nos olhos daquela garota era capaz de contagiar multidões. E no meio dahistória me peguei torcendo por um final feliz. Eu, em meio as minhas desesperanças fraquejava, e muitas vezes o questionamento me batia: por que ela não desistia daquele sentimento? A ansia por terminar aquela história era grande, qual seria o desfeche? Afinal, aquele amor não parecia que seria recíproco. E então que maio chegou,o mês que aquela garota esperou por tanto tempo, o mês que ela teria seu amor ao seu lado. E o final da história não tem um fim, mas já é feliz.

sobre aniversários.

Não sei quando e nem por que inventaram que tinhamos que dar importância para o dia que você nasceu. Convenhamos, coisa mais chata. Afinal, você passa o ano todo esperando por aquele dia, o seu dia. Mas, no final das contas quem da importancia pro seu dia é só você mesmo, e isso não é legal, nem um pouquinho. Ficar esperando que as pessoas lembrem de você, que te liguem, que apareçam na sua comemoração. Isso faz com que as coisas percam o brilho.E sinceramente, ta tudo sem brilho já.

segunda-feira, 1 de junho de 2009

As coisas estão passando mais depressa. O ponteiro marca 120. O tempo diminui, as árvores passam como vultos. A vida passa, o tempo passa. Estou a 130 as imagens se confundem. Estou fugindo de mim mesmo, fugindo do passado, do meu mundo assombrado de tristeza de incerteza. Estou a 140. Fugindo de você! Eu vou voando pela vida sem querer chegar. Nada vai mudar meu rumo, nem me fazer voltar. Vivo fugindo, sem destino algum. Sigo caminhos que me levam a lugar nenhum. O ponteiro marca 150. Tudo passa ainda mais depressa. O amor, a felicidade. O vento afasta uma lágrima que começca a rolar no meu rosto. Estou a 160. Vou acender os faróis já é noite. Agora são as luzes que passam por mim, sinto um vazio imenso. Estou só na escuridão a 180. Estou fugindo de você! Eu vou, sem saber pra onde, nem quando vou parar. Não, não deixo marcas no caminho pra não saber voltar. Às vezes, sinto que o mundo se esqueceu de mim. Não, não sei por quanto tempo ainda eu vou viver assim. O ponteiro agora marca 190. Por um momento tive a sensação de ter você ao meu lado. O banco está vazio. Estou só a 200 por hora. Vou parar de pensar em você pra prestar atenção na estrada. Vou sem saber pra onde, nem quando vou parar. Não, não deixo marcas no caminho pra não saber voltar. Às vezes.Às vezes sinto que o mundo se esqueceu de mim. Não, não sei por quanto tempo ainda eu vou viver assim. Eu vou voando pela vida sem querer chegar. Nada, nada vai mudar meu rumo nem me fazer voltar. roberto me traz saudade!

sábado, 30 de maio de 2009

Se importa se eu sentar aqui do teu lado por um tempo? Pouco tempo, nada muito extenso, só quero sentir tua compania. Não precisa dizer uma palavra sequer, o teu silêncio me basta. Consigo ver muito mais de você no teu silêncio do que em suas palavras.

sexta-feira, 29 de maio de 2009

caio f.

Brotam espaços azuis quando penso. No meu pensamento, você nunca me critica por eu ser um pouco tolo, meio melodramático, e penso então tule nuvem castelo seda perfume brisa turquesa vime. E deito a cabeça no seu colo ou você deita a cabeça no meu, tanto faz, e ficamos tanto tempo assim que a terra treme e vulcões explodem e pestes se alastram e nós nem percebemos, no umbigo do universo. Você toca minha mão, eu toco na sua.

segunda-feira, 25 de maio de 2009

o casamento.

Casamento é algo que me traz uma solidão danada. É claro que desejo que as pessoas casem e sejam bem felizes, mas simplismente não consigo não pensar no quão sou sozinho. Sempre fico um bocado comovido com todo aquele sermão, declarações e juras de amor, mas nunca consegui me imaginar lá em cima, na frente de todos. Talvez por que eu seja um bocado covarde, ou simplesmente, se fosse eu lá na frente eles não entenderiam.

sexta-feira, 22 de maio de 2009

se perder.

...aprenda a aceitar e a perdoar o erro dos outros, por que a intolerância pode te afastar da pessoa mais importante que te apareceu na vida. depois que passar, depois que você deixar passar, não volta mais e tudo que resta a fazer é chorar, rir...compartilhar felicidades individuais...ver um novo sorriso vir...uma nova vida...e um dia nem as lagrimas mais farão sentido, e um dia elas desaparecem, mas aquele frio nunca vai embora. e você olha pra trás e vê que foi tudo uma questão de opção, você escolheu ser assim, foi da sua ação, ou melhor, não ação que tudo isso virou seu mundo de ponta cabeça. ninguém sabe, ninguém viu...só você sabe tudo que passou todo esse tempo, e que agora não tem pra onde ir. fica procurando sentido em tudo que vai fazer, não sai simplismente e faz alguma coisa, tem que ter um motivo...algo que te prenda, mas no final das contas, nada te prende...você acorda um dia de manhã, e não tem vontade de sair da cama, o dia te chama...mas você não tem forças pra acompanha-lo. mas ficar ali não resolve nada, por que só te faz lembrar mais, e aquela voz na sua cabeça: você se perdeu, se perdeu.....se perdeu. ecoa tudo que você queria esquecer....ai vc levanta e planeja as coisas pro futuro...pretende fazer tudo melhor...mas quando é que tudo muda? quanto tempo isso demora? será que você aguenta toda essa pressão...? então você se lembra das gotas da chuva, nunca se sentiu tão vivo quando naqueles dias. e todos aqueles delírios.....sonhos que não sonhou. e você pensa em tudo que não te prende mais. mas isso só te faz lembrar que tem coisas importantes, dai você escreve sem parar....palavras confusas....e nunca encontra um sentido...você se perdeu..................se perdeu.......................................perdeu....

trecho.[2]

Se eu soubesse ontem o que não sabia teria trocado seus olhos cinza por duas pedras frias, e se eu soubesse ontem que eu o perderia teria trocado seu doce coração por outro de safira. cães de babel.

trecho.

"...Não é o conteúdo de nossos sonhos que escurece nosso segundo coração; são os pensamento que cruzam nossas mentes nos momentos de vigília, quando o sono não vem. São essas as coisas que nunca contamos a ninguém..." cães de babel.

ninguém.

"ninguém é absolutamente indiferente à felicidade ou infelicidade dos outros. A tendencia natural da primeira é provocar prazer, a da segunda dor."

caio f.

Perdoem o silêncio, o sono, a rispidez, a solidão. Está ficando tarde, e eu tenho medo de ter desaprendido o jeito. É muito difícil ficar adulto.

quinta-feira, 21 de maio de 2009

Oi, lembra quando você me contou que ia se casar, e eu dei a resposta mais fria do mundo pra você? pra dizer a verdade eu queria mesmo dizer: Bom pra você!; ou: nem perguntei! mas a verdade é que quando toquei no assunto de que minha prima iria se casar, lá no fundo eu queria mesmo que você me contasse que ia se casar, te respondi seco puro e simplismente por que eu não cresço. nem doeu quando li, foi pelo simples fato que eu queria que você estivesse na merda tanto quanto eu, mas hoje, depois de alguns dias eu vejo que foi uma grande bobagem da minha parte, e não desejo isso a ninguém. é que as vezes esqueço o quanto você me fez bem e só consigo pensar no quanto me fez mal. e quando, no final da conversa, disse que te queria muito bem não foi da boca pra fora. te desejo toda a alegria do mundo, e me despeço, pra todo o sempre. enquanto ouvia: "partir, andar eis que chega essa essa velha hora tão sonhada nas noites de velas acesas, no clarear da madrugada. só uma estrela anunciando o fim, sobre o mar, sobre a calçada, e nada mais te prende aqui, dinheiro, grades ou palavras. partir, andar eis que chega não há como deter a alvorada. pra dizer, um bilhete sobre a mesa. pra se mandar, o pé na estrada. tantas mentiras e no fim, faltava só uma palavra, faltava quase sempre um sim e agora já não falta nada. eu não quis te fazer infeliz, não quis. por tanto não querer talvez fiz.
E então vc acorda e não quer admirar o dia.você permanece de olhos fechados, fingindo não ter despertado, é quando vc percebe que não tem jeito de continuar, o sol já tomou seu quarto, mesmo de cortinas fechadas você não consegue se esconder da luz forte que toca teu rosto, você diz a si mesmo: levanta, vai curtir o belo dia...quem sabe seja o ultimo....e tudo que você ama....vai deixar morrer junto com todo seu egoísmo? o peso nos ombros é bem maior do que você imagina, bem maior do que todos imaginam. você sempre se fez de feliz. seu sorriso está partido, mas ninguém percebe. você sabe disfarçar muito bem. pensar, "é soh mais um dia" já faz parte do seu contexto.

um trecho sobre coisa alguma.

enquanto respirava não conseguia sentir o ar em seus pulmões,nem parecia estar vivo. o coração, aquele coração cansadopulsava tão de vagar, com uma leve angústia.estava crente que precisava de uma vida normal, precisava de umavida novinha, cheirando coisa nova, tipo aquele brinquedoque você ganha de natal, aquele brinquedo que você sonhouum ano inteirinho, tirou boas notas, se comportou bem, ai sim,você ganha seu brinquedo querido. Mas e a vida? quanto tempo faz que você se comporta beme espera um, dois, três anos, e nada...nem cheiro de coisa nova você sente.e os teus amores, você pensa: Oh, que fracasso!Então, passa um filme na sua cabeça, e definitivamente vocêespera apagar todas aquelas pessoas, principalmente aquelaque tinha cheiro de maquiagem barata. Você lembra como achava que dava valor pras pessoas?que porra de valor nenhum, você era um tremenda de um filho daputa egoísta. O bonzinho, bonzinho merda nenhuma.Consegue olhar pra frente agora? consegue enchergar as pessoascomo elas realmente são? consegue não cobrar nada delas?Vê se cresce, uma voz rouca diz isso dentro da sua cabeça.Me da a mão fulano, sai desse buraco, vai viver sua vida,deixa essa insegurança pra depois, agora quero te ver lucido.

a neurose.

Todas as pessoas têm alguns sintomas neuróticos, freqüentemente manifestados nos mecanismos de defesa do ego que as ajudam a lidar com a ansiedade.neurose indicar desordens de sentidos e movimentocausadas por "efeitos gerais do sistema nervoso"Neurose é uma doença emocional, afetiva e de personalidade acontece quando o sistema nervoso de uma pessoa reage com exagero a uma determinada experiência já vivida. Uma pessoa neurótica passa a ter reações e comportamentos diferentes: fica muito ansiosa, evita sair de casa para ir a determinados lugares, tem medo de certas situações, imagina situações que pode fazer mal, ficam deprimidos mais constantemente, são mais preocupados... enfim, uma pessoa neurótica sente tudo o que uma pessoa normal sente no seu dia-a-dia mas sempre exageradamente. Em geral uma pessoa neurótica sabe do seu problema, sofre com isso mas se sente incapaz de solucioná-lo.

cair.

quem já sentiu como se caisse,caisse sem parar...é como sentir todos os seus sentidos invertidosé como não poder confiar em um só pensamentoque brote em sua cabeça.é como sentir friu e calor, tudo junto.é como se o mundo gritasse dentro da sua cabeça.é como se agulhas perfurassem sua pele.é como não sentir absolutamente nada.como se seu corpo caminhasse sem alma,e vc só o observa de fora.é como ter milhões de motivos pra se levantar.mas a unica coisa que você quer é cair!