quarta-feira, 4 de novembro de 2009

Diálogo.

- Ela foi o meu amor de verão!
Ele achava graça lembrar daqueles dias.
- Me lembro de como era doce, de como perdia horas e horas do diaconversando qualquer coisa. Deixava de comer, de ver o sol, de cuidar de mim só pra não perder um sequer minuto longe dela.
- Mas, eu acho graça você nunca ter ido encontrá-la, vocês diziam tanto que queriam um ao outro, e no final das contas deixou-a escapar!
- Ela foi meu amor de verão, veio rápido, me tirou as egonias passadas e me deixou novas no lugar, me encheu de emoções! Mas, no fim das contas era isso, trocamos emoções, e depois voltamos pras nossas realidades.
- Mas, você não tem vontade de largar tudo e ir conhece-la? Afinal, se prometeram tanto que um dia iriam se olhar nos olhos!
- Isso não importa mais, não agora. Preciso de alguém mais estável, que me dê segurança, você me conhece bem,  sabe que não regulo bem da cabeça!! (risos) Você me entenderia melhor se pudesse olhar o mundo como eu olho.
- Você sabe que não entro de cabeça nessas sentimentalidades, que vivo o aqui, o que está longe não é pra mim. Preciso tocar as coisas pra sentir que elas existem!
- Acho que temos formas diferentes de fugir do apego! (risos) Eu com os amores que não posso tocar, e você com suas proximidades fajutas! (risos)

Um comentário:

Marina! disse...

passando pra conhecer (:
gostei,começa de maneira séria,me levou a achar que seria algo relfexibo,referente a amor mas termina com tom de humor,criativo :D